Nesta terça feira, dia 23 de março em São Paulo, durante lançamento do livro “Drogas e cultura: novas perspectivas”, do Núcelo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP), editado em conjunto com o Ministério da Cultura, Fernando Henrique Cardoso respondeu assim ao ser questionado sobre a proibição da Marcha:
“Isso está para ser julgado, pelo que eu soube hoje, pelo Supremo Tribunal. Tem a ver com os direitos individuais de liberdade de pensamento e manifestação. Eu não vejo como, num Estado democrático, se possa proibir a manifestação do pensamento. Você pode não concordar com uma manifestação, mas proibi-la me parece que é um abuso. Ah mas é a lei, então se você quer mudar uma lei como é que faz? Você tem que se manifestar e a sociedade tem que dar espaço pra isso. Acho que a proibição extrapola o limite do que seja o respeito à Constituição”.
O vídeo conta também com intervenção do professor Edward MacRae, antropólogo do NEIP, e foi feito pelo Coletivo DAR.







[...] perguntas foram enviadas à mesa, pedindo posicionamentos sobre a proibição da Marcha da Maconha (veja vídeo aqui). FHC foi sensato: “Isso está para ser julgado, pelo que eu soube hoje, pelo Supremo Tribunal. [...]
Parabéns, galera!
Estão mandando muito bem.
A tendência é mundial. Não deixaremos mais uma vez que “moralistas” alienados cerceiem nossos direitos como seres vivos e cidadãos deste planeta.
[...] Novas perspectivas, do NEIP e do MinC, não foi marcado apenas pela mesa de abertura na qual FHC defendeu a realização da Marcha ou pelo coquetelzinho do final ou pela apresentação de música do grupo Músicos Reino do Sol. No [...]
[...] Novas perspectivas, do NEIP e do MinC, não foi marcado apenas pela mesa de abertura na qual FHC defendeu a realização da Marcha ou pelo coquetelzinho do final ou pela apresentação de música do grupo Músicos Reino do Sol. No [...]