DAR – Desentorpecendo A Razão

Coletivo Antiproibicionista de São Paulo

Alunos entram em confronto com a Polícia Militar na USP

Manifestação teve início após prisão de três estudantes.
Segundo a PM, eles foram flagrados com uma porção de maconha.

Paulo Toledo Piza Do G1 SP

54 comentários
Alunos entram em confronto com a PM (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)Alunos entram em confronto com a PM (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Centenas de alunos entraram em confronto com a Polícia Militar na noite desta quinta-feira (27) perto de um dos prédios da Faculdade de Filosofia, História e Geografia da Universidade de São Paulo (USP).

O conflito teve início após a prisão de três estudantes que portavam maconha no campus da universidade. Os alunos foram detidos por volta das 19h por policiais militares. Segundo a PM, eles estavam próximos a um carro, onde foi encontrada uma porção da droga. No momento em que os policiais foram levar o trio para o 91º DP, onde a ocorrência será registrada, estudantes das faculdades os impediram. Os três, então, foram levados pelos colegas até um dos prédios.

Carro da polícia teve vidro quebrado (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)Carro teve vidro quebrado (Foto: Paulo Toledo Piza
/G1)

Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Estudantes começaram, então, a jogar pedras e dar chutes nos PMs. Carros da corporação e de estudantes foram atingidos. Não havia a informação de quantas pessoas ficaram feridas.

Convênio
No último dia 8 de setembro, representantes da USP e do comando da Polícia Militar formalizaram um convênio, de cinco anos, para aumentar a segurança na Cidade Universitária, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Firmaram o documento Antonio Ferreira Pinto, secretário estadual da Segurança Pública, o coronel Álvaro Batista Camilo, comandante do policiamento do estado, e o professor João Grandino Rodas, reitor da USP.

Na prática, com o convênio, foi combinado um aumento do efetivo que atua no campus da USP. a medida foi tomada após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, ocorrida na noite do dia 18 de maio. O jovem foi baleado quando se aproximava de seu carro em um estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA). Dois homens presos pelo crime foram indiciados por latrocínio.

Na ocasião, o reitor da USP disse que o objetivo de manter policiais militares no campus não é o de coibir manifestações por parte dos alunos e funcionários. “As manifestações são parte da democracia. Elas não serão impedidas”, afirmou, na época.

Estudantes da USP protestam contra ação da PM (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Estudantes da USP protestam contra ação da PM (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

52 Comentários

  1. Robertinha disse:

    Coxinha é que faz mal, maconha é natural!!!
    Por mais felicidade e menos PM na USP!

    De uns messes pra cá a PM tem importunado cotidianamente os pacíficos maconheiros da Universidade de São Paulo. Passaram a fazer “enquadros” nos lugares clássicos de se fumar “um” – como o morrinho, o bosque ou mesmo o C.A. da Poli. Claramente um recado: acabou a alegria, vocês não vou poder mais ficar de boa, curtindo uma brisa, gostosas risadas e um bom papo antes da aula. Fora o absurdo de se gastar dinheiro público com esse tipo de demanda [acabar com a felicidade dos outros], quem eles acham que são!?! Anos de construção de uma cultura canábica nesses espaços e eles acham que podem desconstruir assim?! Se eles achavam que com pequenas demonstrações de força iam nos botar medo, hoje mostramos que não é fácil nos intimidar!

    Três estudantes estavam, dentro do carro, bolando um baseado no estacionamento entre os prédios da ciências sociais e da história. Duas motos da PM pararam e fizeram a abordagem. Os meninos logo deram seus documentos e a “paranga” – cerca de 20g de maconha.
    Pausa para reflexão: já que é sustentada com dinheiro público será que a PM não tinha nada mais útil socialmente pra fazer do que impedir um “beck pré-aula”?!

    Em pouco tempo juntaram-se centenas de estudantes, alguns professores e alguns funcionários, todos indignados com a PM no Campus e na disposição de impedir que os maconheiros fossem levados presos. Para completar a cena chegou um grande contingente de coxinhas com cerca de vinte viaturas e várias motos. Ridículo, tudo por causa de um baseado que nem foi aceso!

    A diretoria da faculdade interveio entre os policiais e os manifestantes [que papelzinho hein!] levando o debate para o espaço privado, numa sala dentro do prédio da sociais. Entraram na sala poucos funcionários, professores e alunos, a diretora, três advogados e devia ter mais um ou outro curioso. A PM tentou entrar para essa reunião, mas ninguém ia deixar os ‘coxa’ entrarem dentro do prédio da sociais – imagina que absurdo! Muitos, juntos, conseguiram facilmente impedir a entrada da policia.

    Os manifestantes se mantiveram apostos. A polícia também. Fiquei sabendo que os meninos decidiram, dentro da sala, assinar o B.O. A maioria nem ficou sabendo disso. Isso, porém, era o de menos para aqueles manifestantes que estavam ali mostrando sua indignação não à um fato isolado, mas à uma constante repressão a liberdade, ao movimento, a autonomia sobre o nosso corpo, ao prazer e tantos outros autoritarismos absurdos que nos afligem cotidianamente!

    Essa quantidade de contestação somada a uma força policial mal paga (portanto mal humorada) e treinada para bater, sob o comando de um governador mega reacionário e seu fiel escudeiro, o reitor biônico, não podia dar em outra coisa: guerra campal entre oprimidos e repressores. Como sempre uma disputa nada equilibrada: sprey de pimenta, bomba de efeito moral, gás lacrimogênio, cacete e bala de borracha versus pedras e pontapés.

    Talvez tenha se perdido a dimensão do absurdo que é a PM dentro da universidade publica. Mas é só pensar que nem na ditadura militar isso acontecia para ter noção da gravidade do problema. Só a presença deles no campus, portanto, não é nada razoável e não deve ser aceita. Essa petulância com a massiva classe dos maconheiros, por sua vez, é um disparate!

    Polícia batendo em estudante dentro do campus em 2011: mais um triste episódio para a universidade. Talvez, porém, mais triste seja uma outra guerra, aquela interna ao movimento. Essa, que infelizmente já havia transparecido ao longo da noite, se formalizou em uma assembléia. A assembléia, com todos seus péssimos vícios, votou por ocupar o prédio da administração da FFLCH. A ocupação resiste e é legítima. Para ser vitoriosa, porém, depende da máxima: “Paz entre nós, Guerra aos senhores”. Só assim o Rodas vai tremer! Talvez ajude se a galera fumar “um” pra tentar trocar idéia mais de boa!

    Por fim, ao menos dessa vez, o movimento tem que incorporar na sua pauta a LEGALIZAÇÃO. Quem sabe não estamos dando um passo importante na direção de um movimento estudantil menos careta!

    • barle disse:

      A maconha consiste em um extra, tipo férias, importante para a policia manutenção da policia em geral, portanto é proibido fumar maconha.

  2. Victor disse:

    Parabéns aos estudantes. Por mim, deviam acender vários becks dentro do prédio da USP mesmo.

    Desobediência civil!!

  3. Renato disse:

    Faço das minhas palavras, as do Victor!! Parabéns aos estudantes da USP, vocês foram muito corajosos e muito fodas!!

    Apoio o ato de desobediência civil, bem como a inclusão da legalização da maconha, de forma veemente, na pauta do movimento estudantil!

    Como disse a Robertinha, talvez seja melhor que nas discussões todos acendam um beck, para que o papo flua de forma clara e tranquila.

    Não dá mais para aturar essa opressão e esse preconceito, não é uma Lei, uma cara feia, ou um homem de cacetete que vai intimidar milhões de pessoas, inibindo-as pela busca de suas felicidades.

    O sistema já perdeu essa guerra, mas ainda não admitiu essa derrota. A geração y tá chegando, e quando tomarmos o poder, as coisas serão diferentes.

  4. Roberto disse:

    Essa Robertinha é hilária, meu deus!!! Ri muito com o comentário dela, nunca vi tanta baboseira nesses meus 54 anos de vida. Parabéns, minha filha. Pode tentar uma vaga no Zorra Total…

  5. Matheus disse:

    Hahaha, nada como ouvir maconheiros em uma brisa! Vamos conversar daqui a 20 anos, Robertinha!

  6. Victor disse:

    Pois os srs, sóbrios de maconha e entorpecidos pelo alcool e/ou pelo preconceito. Srs, viúvos da ditadura não perdem por esperar. Como disse o Renato acima, já perderam esta guerra, só não adimitiram ainda.

    Pode conversar comigo, srs, sou a Robertinha daqui a 20 anos, 20 anos fumando MACONHA todos os dias. Ativo, produzindo em meu trabalho de analista de sistemas, lidando com inúmeros problemas e teoremas diáriamente, falando 2 linguas extrangeiras fluentemente e com a maior calma do mundo!

    Brisa, tem hora, sr. Matheus. E a minha é todo dia após um longo dia de trabalho, para refletir, e me sentir em paz com esse mundo doido que o Sr. ajudou a construir.

    Não me venha com papos moralistas, sou um sr. com muitos anos de vida assim como o sr. Roberto acima, mas parece que nos altos de meus 60 anos, consegui evoluir mental e moralmente. Não graças à maconha, mas a uma cabeça aberta e livre de preconceitos estúpidos como estamos tão acostumados a ver.

    Parabéns aos estudantes, mais uma vez. Se eu morasse em SP, estaria lá com certeza!

    • Felipe disse:

      “adimitir”, “diáriamente”, “extrangeira”…

      Você provou que nem português saba falar com fluência…

    • eu como auditor federal dom ministério público fiz questao de copiar esses depoimentos e registrar um boletim de ocorrencia como apologia ao crime organizado e ao uso de drogas contra essas pessoas que deixaram relatos acima o caso esta sendo investigado no 93 dp na capital e logo mais o delegado ira convocar esses maconheiros do caralho pra depoimento inclusive ja foram identificados

      • coletivodar disse:

        Interessante. O delegado aceitou?
        Manda pra gente o número do BO para acompanhamento, senão a questão se perde no meio de tantas outras tão importantes quanto, como assassinatos e sequestros. Diga Breno, você acha correto a Polícia Civil destacar delegado, investigador, escrivão, carro, gasolina, tempo e dinheiro com a sua acusação de apologia?

  7. barle disse:

    Esse mundo não é feito de gente quadrada, senão a roda era ainda quadrada, ninguem fuma maconha a vida toda é um momento da vida de alguns q tem q ser respeitado, a culpa é do legislador.

  8. Racional disse:

    A história não é nova. O rico, que já tem de tudo, querendo ter ainda mais. Acontece é que, perdidos entre os Mauricinhos e as Patricinhas, ainda têm aqueles que sabem bem aonde esses precisam ir pra comprar os becks. E é bem possível que esses outros estudantes da USP, que sabem de onde sai a maconha, conheçam até bem de perto qual é a realidade das comunidades, por serem talvez moradores, ou então, mais ainda, que tenham passado por experiências, do tipo roubo ou sequestro, que decorrem do tráfico. A polícia é sim bem vinda para os ESTUDANTES e não para os maconheiros.

    Difícil acreditar. Querem ter direito a fumar maconha dentro da Universidade. Quem sabe a preferência é pra não terem que fumar dentro dos seus condomínios luxuosos, não correndo assim o risco de favelizar os Jardins, Morumbi, Itaim etc., ou pra evitar exposição perante os carinhosos e dedicados pais, que financiaram desde o berço, passando pelos estudos e terminando no hábito de fumar maconha, tão perseverado e tão defendido hábito.

    Sem ter nem que trabalhar pra sustentar o vício, é esse o tipo de debate, o tipo de direito que sobra pra se batalhar por. Pra que votar direito se eles podem amarrar camisa na cabeça, atirar cadeira na polícia para conseguir suas realizações perante a “implacável perseguição da sociedade”. Desobediência civil sim, para fumar maconha; como não? Jamais para melhorar o trânsito, para limpar a cidade, para impedir Malufs e Tiriricas. Isso não os atinge.

    Pra quem sonha com a legalização do ato de se pegar a folha de uma planta morta, processá-la, enrolar em um pedaço de papel, acender, fumar e perder por alguns minutos a consciência, saibam que existem hospitais lotados de crianças portadoras de câncer que ganham alguns dias a mais de vida quando recebem uma visita de algum bom palhaço. Por que ninguém pensa em acampar nos postos de coletas de sangue? Sonhem mais alto, porque não será por esses atos que vocês gostarão de ser lembrados no futuro distante, quando as mães não vão mais precisar acorrentar seus filhos que dependem de…. pedra.

    Tenho total esperança que esse bando de retardados vão saber se colocar nos seus devidos lugares. É só não misturar coisa com coisa. Querem ficar doidões, recolham-se aos espaços reservados para doidões e retardados. Eu quero é muito que a borracha desça mesmo e que a madeira seja aplicada correcionalmente.

    • coletivodar disse:

      “Racional”, você deve se achar tão alto nos escalões morais que nem se preocupa em perceber o tanto de tolíces que você escreve. Se preocupa tanto em acusar os outros de não fazerem o que você acha certo que provavelmente nem toma o tempo de ir fazê-lo. Porque pelo jeito você não se lembra dos protestos contra o aumento da passagem de ônibus, no começo do ano, pelo jeito você não sabe que existe um acampamento no Vale do Anhamgabaú para se discutir o sistema político no qual vivemos e seus problemas. Você por acaso participa de alguns desses movimentos? Os mesmos estudantes que são oprimidos pela polícia por fumarem maconha são aqueles que vão às ruas por um melhor sistema de transporte público, que vão ao centro exigir uma democracia real.
      Mauricinhos e patricinhas são os estudantes que compram seus próprios carros e estão se lichando para o transporte público, são aqueles que limitam sua participação política a votar e reclamar em sites na internet. São aqueles que querem ter um monte de policiais dentro do Campus para que seus carros não sejam roubados, enquanto todas as outras partes da cidade as quais eles não frequentam ficam com um menor efetivo.
      Então, antes de falar um monte de BABOSEIRA, vá se informar do que realmente acontece nessa cidade, quem são as pessoas que vão às ruas exigir mudanças políticas, ao invés de ficar soltando um monte de disparates fascistas em blogs e afins.

      • Racional disse:

        Querer negar que é a merda do tráfico que faz o que faz com cidades como a sua e como a minha, que é o Rio de Janeiro, é estupidez. O tráfico se sustenta por atos que são o limite das tragédias. Enquanto tiver filho correndo de faca na mão atrás da mãe e da avó; enquanto tiver músico matando a amiga por estrangulamento, dizer que não se lembra de nada e usar a droga pra justificar isso, etc etc., vai haver gente pra vender e gente pra comprar.

        Não tem droga que mereça respeito pra mim, cara. Saber que tem policial, que já não ganha o que merece, levando pedrada e paulada, pra poder tirar essa merda da rua é algo que me conforta sim.

        Quanto à participação nobre em manifestações justas exigindo mudanças necessárias, aplaudo sim, querendo muito ter oportunidade para fazer parte das mesmas. Só tenho minhas dúvidas se são os mesmos estudantes que estão lá pela maconha, os que estão pela conscientização política e social do Estado e até do país.

        Rs não existe fascismo quando se espera punição pra quem vandaliza visando legitimar uso de droga ou de qualquer outro entorpecente dentro de instituição de ensino, de onde devem sair profissionais pra mim e pra você. Devem ser revistos esses valores, cara.

        • Lucas Gordon disse:

          Fascismo é achar que o governo deva usar de violência estatal para a resolução de questões sociais. Você realmente acha que o melhor jeito de lidar com essa realidade é com porrada, você realmente acha que os eventuais problemas causados pelo uso da maconha serão resolvidos com a polícia batendo em cidadãos? Te parece que os últimos 60 anos de repressão ao usuário tem chegado perto de resolver o problema?

          Você precisa sair um pouco da tua toca moralista e se aproximar um pouco da ciência: droga, meu amigo, é o que se vende na farmácia. Você, usando o termo “droga” de forma ingênua, provavelmente está querendo dizer que as drogas ilegais não merecem teu respeito. Logo a tua questão é muito mais com o fato delas serem ilegais do que com o que elas são em sua natureza. Se amanhã elas forem legais, você deixará de se sentir tão indignado com elas?

          A violência causada pela guerra às drogas realmente faz merda em nossas cidades, você não vai ler ninguém negando isso aqui nesse site. A questão é justamente perceber que o tráfico, na figura do homem negro entre 18 e 25 anos que carrega uma arma, é apenas a parte que a televisão mostra da história. A televisão não mostra que essas pessoas ficam com uma parte irrisória dos lucros das drogas ilícitas. A televisão não mostra que o dinheiro das drogas é lavado nos bancos que fazem publicidade no canal que mostra a matéria sobre os perigosos traficantes. A televisão não mostra a corrupção política e policial que ocorre em função da proibição da mercadoria. A televisão não conta que a maconha foi proibida numa época em que não havia nenhuma pesquisa provando que era maléfica à saúde. A televisão não mostra que a polícia mata suspeitos de tráfico sem a menor prova de sua culpa e sem ter que dar nenhum esclarecimento sobre essas mortes. Pode-se começar a ver as coisas que a televisão não mostra, ou pode-se continuar com a guerra mais imbecil que já foi travada até hoje, que a cada ano que passa está mais longe de atingir seus supostos objetivos.

        • “Não tem droga que mereça respeito pra mim”

          Aposto que exponho sua hipocrisia em 2 linhas.

          - Quando voce ve sua vovozinha bebendo um cafezinho, seu dedo coça para discar 190?

          - Qdo o medico te receita alguma coisa, voce amassa a receita e joga na cara dele, pelo tamanho desrespeito que este lhe provoca?

          Bonus: Para voce nao ser hipocrita, basta que passe neste teste. Se voce uma vez ja curtiu a musica de qualquer um desses grupos, voce ja está reprovado – Beatles, John Lennon, Rolling Stones, Pink Floyd, Bob Dylan, Brian Eno, Count Basie, Dizzy Gillespie, Duke Ellington, Gilberto Gil, James Brown, Jimmy Hendrix, Jim Morrison, The Clash, Johnny Cash, Kurt Cobain, Louis Armstrong, Miles Davis, Neil Diamond, Niel Young, Paul Simon, Ray Charles, Thelonius Monk, UB40 (Todos consumidores de Cannabis, entre outras substancias psicotropicas)

          • Racional disse:

            Nossa, como vocês são dementes, cara. Comparar o medicamento que é usado pra combater a porra da bactéria ou a merda do vírus pra poder prolongar a vida e dar mais saúde pra quem quer viver e pra quem quer construir, com baseado pro filhinho desocupado de papai ficar alegrão, rindo de nada, acabando com o já debilitado sistema nervoso dele. Dá uma lida nisso, http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/pai-confessa-que-matou-garoto-de-tres-anos-e-relatou-problemas-com-drogas-20111104.html e me responde se antitérmico ou anti-inflamatório também resulta nisso aí cara. Eu acho que você já deve ter usado um pouco demais.

          • coletivodar disse:

            A comparação é óbvia: os dois são drogas. As drogas, caso você não saiba, tem uma propriedade que se chama idiossincrasia, que quer dizer que os efeitos de cada substância podem variar de pessoa para pessoa, não são os mesmos para todas as pessoas. Isso pode ser exemplificado pelos “efeitos colaterais” que as vezes ocorrem com alguns remédios que nós consideramos inofensivos. O fato de que algumas pessoas tem problemas sérios com drogas não quer dizer que todos o tenham. Não é porque alguém compra um machado e assassina uma pessoa que todos devem ser proibidos de comprar machados.
            E para sua informação, o uso abusivo de remédios vendidos em farmácia podem causar mais problemas de ordem mental do que a maconha, por exemplo.

          • Racional disse:

            Rs, não pode, pessoal. Uma coisa é alopatia e homeopatia: DROGAS produzidas em laboratório mediante pesquisas, indicações, CONTROLES e RESTRIÇÕES, além de gerar empregos, desenvolver a farmácia e a química e descobrir cura pra muita doença. Outra coisa é o pó e a erva que são produzidos num porão, processados no fundo de um quintal e endolados no banheiro do traficante. Matérias como essa que eu postei são por amostragem, cara. Não precisa procurar muito pra encontrar notícia de algum chapado matando ou morrendo. Eu adoraria ver alguma notícia parecida com essa envolvendo alguém que tomou remédio, ou melhor, DROGA, seguindo as orientações médicas e farmacêuticas, respeitando a bula e as recomendações do laboratório fabricante. Precisava nem ser notícia tão pesada quanto esse pai que cheirou tanto na vida e acabou espancando até afundar o crânio do filho de 3 anos. Pode ser até uma notícia de um irmão viciado em Doril ou Cebion, que esfaqueou o outro que tentava impedir ele de tomar. Rs brincadeira, vai. Pode ser notícia com remédio controlado.

            Rs minha implicância não é só com a maconha de vocês não tá, pessoal? É também com a Erythroxylum coca Lamarck, a diacetilmorfina e até aquela merda daquele Santo Daime, entre outras formas que o ser humano, apesar de racional, descobriu de se ver livre de sua consciência, de seu senso próprio, que é só o que o diferencia dos animais irracionais, se for parar pra pensar. Mas porque querer se ver livre de sua consciência? Depressão, talvez? Um cara de 26 anos que perdeu as pernas num acidente de trânsito, tendo que usar cadeira de rodas pro resto da vida, enquanto que o causador do acidente não vai ficar todo o tempo preso pelo ato. Alguém que nasceu com deficiência visual e talvez passe a vida inteira sem poder enxergar nem como é a calçada onde ele, com tanta força de vontade caminha. Mesmo nesses casos não se justificaria, mas se aceitaria que alguém amassasse uma plantinha, fumasse, ou cheirasse ou se injetasse pra migrar pra um outro estado de consciência no qual ele não tivesse que se submeter ao suposto “sofrimento”. Ao contrário, na verdade é nessas pessoas que eu encontro mais exemplos de vontade de viver. Existem magistrados hoje que são totalmente cegos. Tem cadeirante que joga basquete.

            O meu recado pra turma da rodinha, do passa a bola, da carreirinha, do whisky com redbull sem moderação, esses alienadinhos e alienadinhas que vivem pra se entorpecer e se entorpecem pra viver, é que enquanto quiserem se sentir viajando pra outro planeta, é literalmente assim que vão estar pra mim, porque do meu mundo não fazem parte. Vai parecer meio absoluto mas se a gente vem ao mundo com capacidades extraordinárias, porque regredir? Mais ainda, porque resistir e batalhar pelo direito de se regredir? Porque fazer desobediência civil pra isso? Eu sei que não dá pra acabar com a fome no mundo mas não dava pra deixar de comprar maconha, já que o dinheiro sobra, pra comprar nebulizador pra dar pra uma criança asmática que não pode correr.

            Rs a existência de pessoas como vocês não significa nada pra mim. Queria eu ter a condição de muitos de vocês, maconheiros da nobreza. Mas eu batalho, corro atrás.

          • coletivodar disse:

            Senhor Racional, que de cima de seu pedestal dispara lições de moral para toda a humanidade, mostrando como o ser humano deve usar sua própria consciência: somos a favor da LIBERDADE. Liberdade de usar o próprio corpo como as pessoas bem entenderem, contanto que não interfiram na vida de terceiros. Se você é de opinião de que o Estado deve ter o direito de interferir na vida privada das pessoas, isso te coloca ao lado dos regimes mais totalistaristas que já tivemos, como o fascismo ou o comunismo soviético.
            Por fim, drogas alopáticas também são idiossincráticas.

  9. Eduardo disse:

    Adoro essa metideza sutil dos alunos da USP que estão nesse movimento , é de uma acidez que da gosto de ver !!! O cara empina o nariz e fala para o repórter da Globo calmamente ” temos apenas três exigências , retirada da Pm , cancelamento dos B.O.S e mais iluminação no campus ” olha com desdém para a câmera e diz “é só isso !” SOU FÃ DE VCS , VCS SÃO MARGINAIS ( no melhor sentido da palavra ) VCS SÃO HERÓIS !!!!! PARABÉNS !!!!

  10. ANDRÉ BARROS disse:

    A polícia foi chamada em razão de um homicídio, mas só fica atrás da galera que vai fumar maconha e não mata ninguém.Toda essa violência nâo tem relação com o espírito da Lei 11343/2006, que acabou com a detenção, prisão em flagrante e pena de prisão para os consumidores de todas as substâncias proibidas e para quem plantar pequena quantidade para uso próprio. Se não houver tolerância com o tradicional consumo de maconha na USP, a polícia vai ficar louca atrás de milhares de consumidores, enquanto crimes vilentos vão continuar acontecendo. Isto que acontece no Brasil, milhares de assassinatos e a polícia atrás da galera da paz! LEGALIZAÇÃO DA MACONHA NO BRASIL JÁ! É RACISTA A CRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA NO BRASIL, pois o hábito de seu consumo foi trazido pelos negros escravizados!

    • O consumo de maconha é racista? Só, tô ligado…

      • Retificando, a proibição da maconha é racista?

          • Eu conheço a história da proibição, muito a propósito, no link que eu citei no post onde tu disse que terrorista de cú é rola, menciono um link onde se explica toda a história da criminalização.

            Mas hoje em dia, isso é completamente absurdo. É como dizer que eu tenho que ceder privilégios a minorias em função de uma suposta dívida histórica, por que um pretenso tataravô meu, hipotéticamente gerou danos a eles.

            É um tanto ilógico raciocinar por esse ponto de vista.

            A Cannabis a muito tempo deixou de ser a vedete dos guetos.

            A proibição da maconha atualmente é democrática, então, por que afeta o neguinho de favela e o playboy do morumbi ao mesmo tempo. É uma proibição escrota, como já afirmei antes, mas democrática.

          • Lucas Gordon disse:

            Danilo, eu não acho nada ilógico pensar assim. Quem estabelece os limites cronológicos de um débito tão monstruoso como a escravidão? Se somos nós mesmos os legisladores de nossas dívidas, certamente que nunca haverá a reparação. A proibição está sim mais democratizada, mas não há como se negar que ela tem raízes racistas e discriminatórias.

            Você pode lutar pela sua própria forma de escrever a história (como por exemplo chamando a escravidão de um “suposta divida histórica” e “danos gerados hipoteticamente”), mas não pode tentar convencer os outros a não escreverem a história deles.

            Por fim, vamos analisar como a proibição afeta o neguinho da favela e o playba do morumbi: 1)playba do morumbi é enquadrado na rua, pode ou ser levado pra delegacia para assinar o T.C. como usuário, ou pode pagar propina; 2) neguinho da favela pode ou ir preso por tráfico ou apanhar horrores.
            Democrático para você?

  11. paulo disse:

    bando de boy criado a base de toddynho na granja viana. veem seu direito particular e individual de fumar maconha acima da necessidade coletiva de segurança num lugar sabidamente ermo.

    simples assim.

    • coletivodar disse:

      No momento em que você colocou como equivalência a necessidade coletiva de segurança com a presença da PM é que você já revelou quem é o boy da história.

  12. Uai… Pelo que me consta, maconha ainda é proibida por aqui, cerrrrto?
    Sou anti-proibicionista também, mas acho que é proibida no mundo em que eu vivo.
    Então, a PM agia de acordo com a constitucionalidade ao autuar os portadores da erva… cerrrrrto?

    Então a manifestação começou por que, exatamente? Pode isso, Arnaldo?

    • coletivodar disse:

      De acordo, Danilo. Por isso que a demanda neste caso deve ser mais do que uma reação aos enquadros da PM no campus, deve ser pela mudança da lei que torna este tipo de ação possível, nas universidades e em qualquer outro lugar. A derrubada de uma lei injusta pode se dar de muitas formas, a começar de uma das mais eficazes historicamente: a desobediência civil. Antes de defenderem uma mudança de lei como foi a Lei Aurea, diante da escravidão os negros fugiam para os quilombos, combatiam, diziam não de muitas formas. Isso era contra a lei, certamente, mas este tipo de reação, vindo debaixo, é o que contribui para o fim de ordenamentos jurídicos absurdos como era o caso da escravidão e como é hoje em dia a proibição das drogas. As leis não são eternas nem foram escritas por Deus, elas são mutáveis e estão em eterna disputa, cabe a nós saber que lado defendemos, o dos que querem mudanças ou o dos que estão ganhando do jeito que está. Obrigado pelo comentário, abraços antiproibicionistas

      • Honestamente, ainda não colou, em minha humilde opinião.

        A USP comporta uma movimentação diária equivalente a 3,5 da minha cidade natal, e doze vezes a cidade em que moro hoje em dia.

        É um fato que nessa megalópole universitária, atos de violência, furtos, roubos, estupros, e até assassinatos, são corriqueiros.

        A guarda universitária não pode fazer muita coisa perante as contravenções da gurizada, isso é fato também.

        A atitude de chamar a polícia e firmar o convênio foi uma atitude desesperada, e pelo que sei, acertada.

        Pouco ligo pra quem usa qualquer tipo de substância psicotrópica, a descriminalização seria um baque duro no tráfico.

        Mas enquanto agentes da lei, a PM é autorizada e orientada a fazer valer a lei.

        O uso da substância pode, por exemplo, ser executado no conforto do lar do simpatizante. Acho que não mata passar cinco horinhas sem dar um tapa. E é aí que tá o buzilis.

        Se os policiais eram obrigados a autuar, eles deveriam ignorar a prática no Campus?

        Não vi onde a PM criou problema, como citado no título do post. Executaram a função deles, tão só e apenas isso.

        Agora fazem um protesto pelo direito sacrossanto de dar um tapinha numa instituição de ensino, de propriedade do poder público?

        Com a retirada da PM dos campi, quem vai fazer a segurança? A guarda universitária?
        Duvido muito que o estudante moçambicano que foi duramente surrado concorde com a visão do tire a PM e deixe a erva sussegada.

        • Lucas Gordon disse:

          1) Porque desacreditar tanto assim a guarda universitária? Nao é muito mais obvio denunciar o seu sucateamento e exigir que ela seja reorganizada, do que permitir que uma outra instituiçao venha cuidar dos problemas da USP? É possivel que as pessoas sejam realmente tao favoráveis ao sucateamento das forças autonomas da universidade?
          2) Que a policia, em seu funcionamento normal, lide com as situaçoes da maneira como lhe correspondem, isso é defensável. O que voce nao está levando em conta é que a PM nao esta simplesmente rondando a USP como ronda na cidade, ela esteve nas ultimas semanas BUSCANDO usuarios, ou seja, tinha o comando de perseguir os usuarios da usp. Eu te pergunto: isso trás mais segurança para o campus, que as pessoas nao fumem mais maconha lá? Obviamente nao se trata de uma operaçao contra o tráfico, pois o ponto de venda de drogas nao fica dentro da universidade, isso todos os estudantes, professores, e inclusive a polícia, sabem. Logo, essa atuaçao policial na USP, de buscar usuários, representa pura e simplesmente o gasto do dinheiro publico e o foco de uma instituiçao , que deveria cuidar da segurança, na perseguiçao de maconheiros.

          Você consegue ver como isso vai muito mais alem de se discutir se a PM deve ou nao abordar alguem fumando um baseado?

          • Júlio disse:

            Pois é Danilo, o que não colou na minha opiniao é vc n ter respondido: POLÍCIA E SEGURANÇA SÃO SINÔNIMOS? São Paulo é uma das cidades mais policiadas que ja vi, acho q so perde pra Cidade do Mexico. Ah, sao duas das mais violentas do mundo. Hmmm. Sem falar na violencia CAUSADA pela porra da polícia.

  13. Leo disse:

    Já trabalhei em casos de psicopatas em campus de universidades, e não é a minoria desse blog dopado que vai colocar a maioria em risco, a maioria esta do lado da policia.

    • Marco disse:

      LOL
      blog dopado X.X

      =)

    • Lucas Gordon disse:

      Eu estudei em um instituto da USP que teve casos de violência causados por pessoas com disturbios mentais e posso seguramente afirmar que a guarda universitaria e a comunidade uspiana foram totalmente capazes de resolver a situaçao sem a intervençao direta da PM, que foi chamada mas nao entrou no meio. Assim deveria ser.
      Quem coloca as pessoas em risco é a atuaçao tresloucada da PM. Qualquer pessoa que já foi abordada violentamente por um PM sabe que se encontra numa situaçao muito pior do que uma abordagem violenta de um ladrao: para quem se reclama se o PM te agride? Eles se acham tao necessarios para a sociedade que nao tomam o tempo de fazer a critica da propria instituiçao.

    • O Leo

      Bateu e correu, que feio. Quando discordo de alguém meu link tá sempre a postos pra eu ser xingado no meu espaço.

      Chegar no blog unicamente pra agredir é soda. Parabéns, campeão.

    • Luo disse:

      hahahahhaha boa leo, é a maioria silenciosa do reinaldo azevedo, isso sim é que é gente, deixemos nosso futuro na mão de fascistas e atiçadores do medo, aí sim que o país vai pra frente.

  14. Tou respondendo com outro comentário por que os que tão rolando a conversa atingiram o limite de resposta.

    Primeiro você, Gordon. Releia esse trecho, extraído do próprio artigo:

    “Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. ”

    Nesse, naquele, e naquele outro ponto dos comentários, inclusive por você mesmo, foi mencionada truculência policial. Mas ao que parece, o primeiro ato de agressão, foi executado pelos estudantes, e esse mesmo ato, foi respondido. Resposta a um ataque é a premissa de qualquer um num conflito, inclusive um militar.

    Foi mencionado também que a restrição ao consumo de drogas não é tão democratico assim. Concordo em parte, o que não posso reconhecer é que é que essa diferenciação de tratamento executada por uns e outros, desqualifique letra da lei que menciona que é proibida e ponto. Acredite, eu gostaria muito, mas muito mesmo, que atos de truculência policial fossem devidamente caçados e punidos na mesma extensão dos danos gerados.

    Por último, você relativisou a questão envolvendo essa suposta dívida histórica, que usei como exemplo pra não aceitar a proibição como racista, pelo menos atualmente. Esqueça a mari juana chicana e o pango escravo. O consumo já a muito tempo é cosmopolita. Mas por que eu não assumo essa suposta dívida histórica?

    Pois bem, movimentos de minorias (que em pouquíssimos casos são minorias, mas discussões semânticas e estatísticas a respeito do termo ficam pra outra hora) lutaram décadas, séculos, para terem direitos e cidadania reconhecidos. Conquistaram a duras penas, é claro, mas conquistaram.

    Negros saíram das senzalas, mulheres conquistaram o direito ao voto e a candidatura em cargos de relevância, e gays podem finalmente assumir uma união amparada pela lei e adotar. Todos gozam absolutamente dos mesmos direitos civis que eu. Logo, se existe a dívida histórica, vou dar o calote nela. E sabe por que?

    Enquanto militante de Direitos Humanos, sou radical no meu ponto de vista sobre a declaração, que no artigo 7° reza que “Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei.
    Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração
    e contra qualquer incitamento a tal discriminação.”

    Bem dizia meu finado vovô, que dois erros não fazem um acerto. Gerar uma desigualdade não corrige outra desigualdade.

    E apenas fazendo uma analogia entre o que você declarou em outro comentário e o que eu declarei agora pouco. Você declarou que faço pouco da guarda universitária. Já que tou tentando fugir de qualquer argumento hipócrita ou clichê pra encerrar essa discussão, simplesmente reconheço. Faço pouco sim. Você, por outro lado, acredita que se melhor amparada de um bom banho de loja e treinamento mais esmerado, a guarda possa fazer muito. Você, meu caro, por outro lado, desacredita a polícia.

    Wow… O que você pensa da guarda, eu penso da polícia. Que deve ser desmilitarizada e receber treinamento de empresas de segurança exemplo, e um equipamento decente do poder executivo.

    Viu como é só mudar o foco da coisa? No fim das contas, queremos a mesma coisa por vias distintas? diferentes.

    • Lucas Gordon disse:

      Eu penso que a guarda universitaria deve fazer a segurança da USP porque ela é uma instituiçao da própria USP, ou seja, garante a autonomia da universidade, e nao porque ela seria mais apta, pragmaticamente melhor que a PM. Esse é um aspecto secundário.

  15. Guilherme disse:

    Conforme verifiquei nos jornais, em poucos meses foram 2 assaltos (um deles com morte). Por que querem tirar a PM da USP? Quem, a não ser a PM, vai coibir assaltos, sequestros etc? Um guardinha despreparado contratado pela universidade? Dois ou três alunos andando juntos (contra um cara armado)? Na boa, quer fumar maconha, fuma em casa. A polícia tem o dever de agir em caso (flagrante) de porte de drogas. É proibido, porra! É a favor da liberação da maconha? Chama seus amigos, vem para Brasília, senta na esplanada e fuma maconha lá no meio. Isso é protesto. Fumar em grupinho lá na universidade só pelo prazer, não é. Quem já foi assaltado lá no campus ou quem perdeu o filho(a) sabe da importância da PM na universidade. Querer tirar a polícia de lá porque por conta da prisão (justa) dos alunos é irresponsabilidade de quem está se achando revolucionário demais.

    • coletivodar disse:

      2 assaltos em meses? Tem certeza de que você está usando isso como argumento? Parece distoar um pouco da realidade do resto da cidade mesmo.
      Agora, querer que a PM saida da USP por causa da detenção dos 3 estudantes? Acho que você não anda muito atualizado nos debates sobre o ocorrido. Recomendo que você leia os outros textos postados no blog sobre o assunto.

      • Guilherme disse:

        Sim, uso como um dos argumentos os assaltos (com morte). Outra coisa: não entro em blogs para me “atualizar” porque blog é geralmente muito pessoal. Prefiro fontes mais imparciais, os jornais. E na boa, uma boa lida por aí nas notícias e nos comentários de quem é a favor da retirada da PM, dá a entender que a confusão toda aconteceu por conta da prisão dos alunos. Mas de qualquer forma, já que estou aqui, por que você não me “atualiza” dos fatos?

        • coletivodar disse:

          Atualizo-te: Autonomia universitária, recomendo a leitura deste texto escrito por um professor do instituto que foi palco para o ocorrido: http://luizalaloca.wordpress.com/2011/10/30/a-autonomia-da-usp/
          Outra coisa. Que os blogs sejam parciais, talvez isso possa ser dito pelo fato de que muitas vezes se prestem a escolher o tipo de notícia que soltam. Como este, que se empenha em publicar o tipo de matéria sobre a guerra às drogas que não tem tanto espaço na grande mídia. Isso não que dizer que o Blog seja tendencioso, que oculte a verdade ou que tenha interesses velados, significa apenas tem tem uma linha editorial, como QUALQUER veículo de imprensa. Achar que jornais são imparciais no sentido de não terem interesses, é muito estranho que alguém ache isso.

  16. [...] DAR e estudantes da USP de distintos cursos e movimentos promoverão um ato/debate no local onde a confusão entre polícia e “maconheiros” se deu no dia 27/10. Já estão confirmadas as [...]

  17. sobrecoxa disse:

    kkkkk

    A FARDA MODELA O CORPO , MAS ATROFIA A MENTE ! ! !

    nao confio…

  18. [...] 2011 novamente a presença (e os abusos) da PM no campus da USP ocuparam um importante espaço no debate político de São Paulo e da universidade. O movimento [...]

  19. jorge justo disse:

    É PESSOAL DROGAS,POR ISSO QUE ESTAMOS NUM PAÍS DE BOSTA,PÉSSIMOS ADMINISTRADORES,NA MEDICINA CORTA-SE PERNAS ERRADAS,POPULAÇÃO COM PÉSSIMA EDUCAÇÃO,PAÍS NOJENTO COM DROGADOS,PROFISSIONAIS MAUS FORMADOS,DE BAIXA QUALIFICAÇÃO,É TRISTE É VERGONHOSO,É UMA DITADURA DE MAUS HÁBITOS DE SE DROGAR DE MISÉRIA SOCIAL.MAS TEM SAÍDA VAI ESTUDAR,PARA DE ENVERGONHAR A FAMÍLIA VAI PROCURAR UM PSIQUIATRA, SAIA DA MISÉRIA ,SEXO DROGA E ROCK ESTE PRODUTO ALIENOU MUITO RETARDADO, QUE HOJE ESTA NA MERDA, ESTA NO PODER CORROMPENDO NOSSO PAÍS, ME DESCULPE A SINCERIDADE ACORDA IRMÃO.

    • coletivodar disse:

      Amigo, da próxima vez você pode escrever sem o Caps Lock. Procure chamar mais a atenção pelo conteúdo do que escreve do que pelo tamanho das letras.


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