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Janeiro 18, 2013

Governo ocupa Jornal da Cultura para propagandear internação: usuários serão abordados por ONG católica

A edição do Jornal da Cultura desta sexta feira, exibida na TV supostamente pública do Estado, foi ocupada pelo governo Alckmin por cerca de dez minutos, nos quais se alternaram diversos personagens sinistros do aparelho de Estado e, evidentemente, nenhuma opinião em contraposição.

Geraldo Alckmin falou, o Tribunal de Justiça falou, o Ministério Público falou. A Defensoria? Não, claro que não. Nem sequer nenhum profissional de Saúde, que nem parecem opinar na operação de internação que começará nesta segunda feira na cada vez mais cinza São Paulo. Alguns usuários apareceram também, em segundos e de forma completamente descontextualizada. Pra fechar o show de ética e a lição de jornalismo, o que o sensacionalismo mais ama: câmeras escondidas.

Na bancada, mais pluralidade: o suposto filósofo Luiz Felipe Pondé, cuja direitice dispensa apresentações, e o altamente intere$$ado no assunto Ronaldo Laranjeira, psiquiatra e ideólogo das trevas. Ele estava particularmente inspirado, olhos brilhando pensando na alegria que pessoas atrás de grades lhe trazem. Disse que em uma dia é muito fácil se fazer um JULGAMENTO sobre o destino de alguém. “Na verdade em meia hora, uma hora”, afirmou, para espanto da Razão e da própria Lógica.

E quanto tempo essa pessoa ficaria internada, meu caro Laranja? “Ah no mínimo seis meses”, ele sempre tem uma resposta prontinha na manga, uma fórmula. Pra melhorar, ele ainda apontou que o médico pode estar “indefinido” em seu julgamento, e querer “observar” melhor o caso, por uns três dias por exemplo. O que? Na dúvida interna, Laranjeira, é isso? É: “na dúvida você pode optar por uma solução conservadora”. Ah, tá.

Chamado a opinar, o ilustre filósofo concordou “plenamente com o Ronaldo”: “quando se tem problema no fígado, trata. Agora tem gente que tem problema no cérebro e não quer tratar”, declarou o Normalzão.

Por fim, uma divina revelação: os usuários serão abordados por membros da ONG católica Missão Belém, que segundo reportagem do SpressoSP tem mais de 100 casas de “acolhimento” e homofobia no Estado. É o que indica o texto aparentemente da unidade de Jundiaí (transparência nunca foi o forte da Igreja), a leitura é longa e espinhosa, uma via crucis, mas vale para se entender a quem o governo está destinando verbas e terceirizando sua atuação. Destacamos:

Nasceram 20 casas que nos permitiram acolher mais de 320 irmãos de rua, de crianças recém-nascidas, filhos dos “filhos de rua” a velhinhos esclerosados, “prostituídas” e “homossexualizados”.

 

MISSÃO BELÉM

 

 

A Missão Belém Nasceu na Igreja de São Paulo em 2005 e é uma Comunidade de pessoas de comunidades a serviço dos mais pobres, que são o Cristo vivo e sofredor para nós hoje, coração do nosso coração. O Carisma Belém, que une todos os membros desse movimento: celibatários, casados, clérigos, consagrados, leigos, consiste em reviver o milagre de Belém: o Espírito de Família forte humilde, que existia entre Maria, José e Jesus, uma pobre gruta de Belém: imagem da Família Divina da Trindade, encarnada no meio dos pobres, como os pobres, para os pobres, até uma plena e total identificação com eles.

 

 

Nesses dois anos de vida

 

Nasceram 20 casas que nos permitiram acolher mais de 320 irmãos de rua, de crianças recém-nascidas, filhos dos “filhos de rua” a velhinhos esclerosados, “prostituídas” e “homossexualizados”.

 

Os missionários consagrados ou a caminho da consagração são mais de 30. Vários deles desejam também o sacerdócio. Os Casais Acolhedores que abrem a própria casa à acolhida dos meninos de rua, que não tem como voltar para casa, são 7.

 

Os monitores, que vem de uma experiência de rua e que sustentam as casas de acolhida de adultos são mais de 60. Eles são um grande presente para toda a Missão Belém, testemunham com sua própria vida a potência do Espírito Santo e manifestam o que Deus pode fazer com estes “santos dos últimos dias”. De delinqüentes, bêbados, drogados, traficantes, matadores, se tornam “missionários” capazes de sacrificar suas forças para acolher os mais abandonados que se encontram na mesma situação de onde eles vieram.

 

Todos os dias estamos nas ruas e nas praças a serviço dos nossos irmãos mais sofridos, visitamos a FEBEM, oferecemos o nosso trabalho pastoral a serviço da Favelinha Nelson Cruz (SP) onde está a nossa casa formação.

 

 

O que fazemos?

 

Visitamos continuamente, dia e noite, o Centro de São Paulo e de alguma cidade limítrofe para conhecer e nos entrosar com o Povo de Rua e convence-lo a vir para as nossas Casas de Acolhida.

 

As nossas Casas não tem pretensão nenhuma de se uma clínica. Aliás, elas são mais parecidas com um monteiro do que uma clínica de recuperação. O princípio básico da vida monacal: ORAET LABORA (reze e trabalhe) sustenta a nossa obra.

 

As nossas casas são “famílias” constituídas por “voluntários” (acolhidos da rua e não). Todos escolhem o caminho da vida religiosa da Missão Belém, oferecendo a própria capacidade e laboriosidade com plena liberdade. Inclusive os que têm mais condições físicas cuidam dos mais debilitados, pelo tempo que for necessário.

 

Não temos convenio com nenhum órgão institucional, apesar de ter reconhecimento a vários níveis.

 

Sustentamos as 20 casas, através da generosidade do povo que nos acompanha e do serviço totalmente voluntário de centenas de pessoas. Somos uma só grande família.

 

A graça de Deus nos acompanha e nos sustenta a cada momento.

 

   

O que precisamos?      

 

Em primeiro lugar precisamos da sua compreensão e do seu apoio. Somos uma obra pioneira que acolhe todo mundo, e transforma pessoas escravas dos vícios de da rua em corajosos anunciadores de CRISTO, servidores dos mais necessitados.

 

Não temos nenhuma entrada fixa, qualquer sua contribuição é bem vinda.

 

A nossa obra não tem um funcionário sequer: todos somos uma grande família religiosa de voluntários, alguns a tempo integral, outros a tempo parcial. Se você quiser oferecer a sua contribuição, assine a ficha de sócio ou de voluntário e venha conosco!!!1

 

 

 

Associação Missão Belém,

Rua Nelson Cruz 10

03315-050 Belenzinho SP

www.belembelembelem.com

belembelembelem@gmail.com

Fone: 6694-2746 ou 6694-9780

CNPJ: 07.719.794/0001-97

Conta Bancária: Bco Brasil

Ag. 0383-2 C/C23341-2

 

 

Missão Belém (Associação)

A Casa de restauração São Miguel Arcanjo é uma casa de acolhida de “irmãos de rua”. Escravos de vícios, bebidas e drogas em busca de uma autêntica “Restauração” espiritual e social, visando a posterior reinserção dos mesmos na sociedade.

Oferece-se aos acolhidos palestras de espiritualidade e formação humana. Todo está alicerçado sobre a Bíblia sagrada, meditada, acolhida e vivida diariamente

A Casa é dirigida por ex-irmãos de rua que após sua recuperação doam-se a fim de resgatar outros.

Os acolhidos desenvolvem suas atividades diárias de laborterapia (horta, afazeres da casa, criação de animais, jardinagem…), para promover, incentivar e principalmente criar um senso de responsabilidade em cada um.

Tudo começou com. Beto, Paulo Roberto, Marcos, Francisco e mais um grupinho escolhido por DEUS, todos homens de rua já recuperados, que queriam recuperar a outros.
Juntos Pe. Giampietro e com apoio de Nilson, diretor do SOS de Jundiaí fundaram a Casa de recuperação São Miguel Arcanjo no dia 27 de agosto de 2005

“Vinde Benditos de meu Pai…” Tive sede e me destes de beber. Era um estrangeiro e me acolhestes. Estava nu e me vestistes, doente e me visitastes, na prisão e me vieste ver… cada vem que fizestes isso a um dos menores desses meus irmãos, a mim o fizestes” (MT 25,34-36.40)

A casa de Restauração São Miguel Arcanjo encontra-se no seguinte endereço:
Rua Jar-Gino 707 Vale do Cisne
Bairro Maracanã,Jarinu – SS
Tel: (11) 40175295

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