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Setembro 06, 2011

Populações do Alemão e Cidade de Deus entram em confronto com a polícia

“Quando o ódio dominar
não vai sobrar ninguém
o mal que você faz, reflete em mim também
respeito é pra quem tem”

Jornale

PM fica ferido após tumulto em frente à UPP


O fim de semana foi de tumulto em duas comunidades pacificadas do Rio. A primeira confusão, no domingo (4), aconteceu no Conjunto de Favelas do Alemão, comunidade da Zona Norte que foi pacificada em novembro de 2010. Por causa da confusão, o policiamento chegou a ser reforçado com mais 100 homens. Já o segundo episódio foi registrado na Cidade de Deus, na Zona Oeste da cidade, onde um policial militar ficou ferido após ser atingido por uma pedrada na cabeça. Ele foi ferido em frente à entrada de uma das sedes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade. A polícia informou que os dois episódios não têm relação.

Segundo a polícia, o tumulto na Cidade de Deus começou na madrugada desta segunda-feira (5), quando cerca de 2.000 pessoas saíam de um baile funk na favela. Algumas delas, de acordo com a PM, cercaram a UPP e atiraram pedras e garrafas contra o prédio. Uma garrafa de cerveja acabou acertando e quebrando uma vidraça nos fundos da UPP. Ninguém foi preso e, segundo a polícia, o patrulhamento não foi reforçado.

A confusão no Alemão terminou com três pessoas detidas e uma mulher ferida por bala de borracha. O tumulto envolveu moradores e militares da Força de Pacificação que atuam no conjunto de favelas da Zona Norte. Dez integrantes da tropa faziam uma ronda a pé pela comunidade, quando um homem, que assistia a um jogo de futebol em um bar, começou a hostilizá-los. O episódio ocorreu a 50 metros da estação do teleférico Itararé.

Na madrugada de sábado (3), segundo a polícia, cinco granadas de fabricação artesanal foram apreendidas na Cidade de Deus. De acordo com o Disque Denúncia, elas seriam usadas para atacar a unidade e também as patrulhas que circulam pela região.

 

“Toda vez a mesma história, criança correndo mãe chorando chapa quente
tiro pra todo lado silêncio na praça o corpo de um inocente
chega a maldita polícia, chega a polícia o medo é geral
armado fardado carteira assinada com o ódio na cara pronto para o mal
mais um preto que morre ninguém nos socorre a comunidade na cena a arma dispara o cambio comenta parece até cinema não é”

‘Virou praça de guerra’, diz leitor que viu tumulto na Cidade de Deus, no Rio
PM ficou ferido após tumulto em frente à UPP na madrugada desta segunda.
Ninguém foi preso e, segundo a polícia, o patrulhamento não foi reforçado.
G1

Uma confusão após o baile funk terminou em tiros e bombas de efeito moral entre moradores e policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na madrugada desta segunda-feira (5), na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio.

Isso acontece todos os domingos depois do baile funk, mas dessa vez foi maior. Começaram a jogar pedras e garrafas na polícia e um PM ficou ferido. Então, os policiais começaram a atirar para o alto para dispersar as pessoas. Virou uma praça de guerra. Um amigo meu machucou o rosto depois que a polícia jogou a bomba de efeito moral. A confusão durou por volta de uma hora.

Nota da redação: na madrugada desta segunda-feira (5), um policial militar ficou ferido após ser atingido por uma pedrada na cabeça na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele foi ferido em frente à entrada de uma das sedes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.

Segundo a polícia, o tumulto começou quando cerca de 2.000 pessoas saíam de um baile funk na favela. Algumas delas, de acordo com a PM, cercaram a UPP e atiraram pedras e garrafas contra o prédio. Uma garrafa de cerveja acabou acertando e quebrando uma vidraça nos fundos da UPP. Ninguém foi preso e, segundo a polícia, o patrulhamento não foi reforçado.

 

“é real, as armas não são de brinquedo
quando a policia invade a favela espalha terror e medo
é gente da gente que não nos entende usam de violência
o corpo estendido no chão ao lado uma poça de sangue conseqüência do despreparo daqueles que eram pra dar segurança
e ganham aumento com bravura quando tudo termina em matança
refém do medo, guerreiro do inferno guiado por Jesus
na escuridão, tentando buscando achar uma luz
e por falar, fazendo uma curva uma viatura
vou ter que dar uma parada porque, agora vou ter que levar uma dura como sempre acontece tapa no saco me chamam de preto abusado
documento na mão, vinte minutos depois eu to liberado
é complicado ser revistado por um mulato fardado
que acham que o preto favelado é o retrato-falado”

Favelas pacificadas do Rio registram tumultos no final de semana

Confusões na Cidade de Deus e no Alemão deixaram dois feridos e três detidos

Duas favelas pacificadas do Rio de Janeiro registraram confusões no final de semana. Na Cidade de Deus, um sargento da Polícia Militar ficou ferido na madrugada desta segunda-feira (5) após um confronto entre agentes e moradores.

De acordo com a PM, o quebra-quebra teve início na Praça dos Apartamentos após a realização de um baile funk no clube do Coroado na noite de domingo (4). Um grupo teria atirados garrafas e pedras contra a sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) localizada na praça.

Um sargento da PM foi atingido na cabeça por uma pedra e teve que ser encaminhado para o hospital da corporação. Para dispersar os vândalos, os agentes utilizaram bombas de efeito moral e gás de pimenta e acionaram o reforço de soldados do Batalhão de Choque e do 18º BPM (Jacarepaguá). Ninguém foi preso.

Na madrugada do último sábado (3), policiais militares da UPP da Cidade de Deus já tinham apreendido na comunidade cinco granadas de fabricação caseira. Segundo os agentes os artefatos seriam usados para atacar viaturas e soldados que fazem patrulhamento na favela.

Confusão no Complexo do Alemão

Um tumulto envolvendo moradores do Complexo do Alemão e militares da Força de Pacificação do Exército deixou três pessoas detidas e uma ferida na noite de domingo (4).

Segundo moradores, algumas pessoas estavam reunidas em um bar para acompanhar uma partida de futebol. Os militares que passavam pelo local pediram para que o som fosse diminuído.

Revoltado, um homem teria hostilizado os agentes. Os militares o abordaram e deram ordem de prisão. As demais pessoas que estavam no bar não teriam gostado da situação, dando início à confusão.

Pedras e garrafas foram arremessadas contra os agentes. Os militares da Força de Pacificação utilizaram balas de borracha e spray de pimenta para controlar a confusão. Um morador gravou o tumulto no Complexo do Alemão e postou o vídeo no Youtube. A situação foi controlada e e não há registro de confrontos nesta segunda-feira (5).

“sempre foi assim (sim), covardia até o fim (fim)
a porrada que bate na cara não dói no playboy porque só dói em mim
programado pra matar pá pá, atire depois pra perguntar
se ele trabalhava ou se traficava só sei que deitado no chão ele tá e gera revolta na cabeça da comunidade
que é marginalizada pela sociedade
que se cala escondida no seu condomínio
na favela ainda impera a lei do genocídio”


PM é ferido durante ataque à UPP da Cidade de Deus

POR RICARDO ALBUQUERQUE

Rio – Moradores e policiais militares da UPP da Cidade de Deus entraram em confronto na Praça dos Apartamentos, na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, na madrugada desta segunda-feira. Os PMs usaram bombas de efeito moral e gás pimenta para dispersar a multidão. Uma das janelas da UPP dos Apartamentos foi quebrada por uma garrafa de bebida alcoólica. Paus e pedras também foram atirados contra os policiais e o imóvel da unidade. Ninguém foi preso. O policiamento foi reforçado por homens do Batalhão de Choque.

Confusão começou após baile funk na comunidade | Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia

O sargento André Luiz foi ferido na cabeça após ser atingido por uma pedra. Ele foi socorrido no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM). Dois moradores não identificados teriam sofrido ferimentos leves. Testemunhas confirmaram que a confusão começou de madrugada após o baile funk que acontece aos domingos no Clube Coroado, a menos de 200 metros da Praça dos Apartamentos. Segundo os moradores, os PMs também deram tiros para o alto.

Um policial militar revelou que havia quatro policiais na UPP quando houve o confronto. Outros 10 PMs estavam em patrulhamento pela comunidade. “Estávamos em menor número, por isso usamos bombas de efeito moral. Suspeitamos que, além do tráfico formiguinha já estabelecido, exista bandidos armados dentro da comunidade. Caso o baile funk não seja proibido haverá novos confrontos, porque eles sempre atacam a UPP. Só que dessa vez quebraram uma janela e acertaram um policial”, explicou.

Moradores do Conjunto Gabinal-Margarida que frequentam os quiosques na praça contaram outra versão. Segundo eles, os policiais jogaram as bombas de efeito moral para dispersar a multidão. “Um menino foi atingido por uma pedra e outro saiu machucado no corre-corre, mas foram os PMs que começaram a confusão. A praça sempre enche depois do baile no Coroado. Se algum bêbado atacou a UPP, o policial deveria prender o sujeito e não atirar bomba na galera”, argumentou uma moradora.

Apreensão de explosivos e drogas na UPP

O confronto entre moradores e policiais aconteceu 24 horas após cinco explosivos artesanais e drogas serem apreendidos na comunidade por integrantes da UPP Cidade de Deus. Na madrugada de sábado, os PMs receberam uma denúncia anônima de que havia um grupo com drogas e artefatos no beco da Rua Moisés. Os policiais também apreenderam um rádiotransmissor, 90 trouxinhas de maconha, 65 papelotes de cocaína e 10 pedras de crack. Ninguém foi preso. O material foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá).

Tumulto no Alemão

A madrugada desta segunda-feira foi tranquila no Complexo do Alemão, na Zona Norte, após tumulto na noite deste domingo, quando três pessoas foram detidas e pelo menos dez foram feridas por bala de borracha. O caso aconteceu no Morro da Alvorada e a segurança no local foi reforçada.

Segundo moradores, os militares foram truculentos ao abordar moradores que faziam uma festa com som alto em frente a um bar. O Chefe de Estado Maior da Força de Pacificação, coronel Nilson Maciel, disse, contudo, que a confusão teria começado quando os policiais faziam uma ronda pela comunidade e um homem, que assistia a um jogo de futebol em um bar, começou a hostilizá-los.

Ainda de acordo com o coronel, os militares teriam dado voz de prisão a ele por desacato, mas foram agredidos por pessoas que estavam no local e teriam se revoltado. O Departamento de Comunicação Social da Força de Paz admitiu que soldados usaram spray de pimenta e balas de borracha, além das detenções.

Um morador postou um vídeo no YouTube que mostra o tumulto. Confira abaixo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-OzcOlJ8bBo[/youtube]

 RJ: Cabral diz que UPPs passam por ‘processo de adaptação’

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), deu explicações nesta terça-feira sobre os recentes conflitos em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que deixaram moradores e policiais feridos. Ao ressaltar o atual “processo de adaptação” do projeto, Cabral defendeu que o policial “precisa entender melhor a realidade e a rotina dos moradores”, que, por sua vez, também necessitam aprender a aceitar melhor a presença dos servidores nas comunidades.

 

“Essas comunidades viveram 30, 40 anos sob o domínio do poder paralelo. É normal que exista um problema ou outro. É um processo gradativo de adaptação”, afirmou o governador, durante solenidade de formatura de 489 alunos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, na zona oeste da capital fluminense.

 

Já o comandante das UPPs, coronel Robson Rodrigues, disse que nesta quinta e sexta-feira será realizado um seminário de avaliação sobre a Unidade de Polícia Pacificadora. Segundo o militar é preciso “colocar a casa em ordem”.

 

Dos 489 praças formados nesta terça-feira, 385 serão deslocados para a UPP da Mangueira, que deve ser implementada dentro de, no máximo, 45 dias. Os 104 restantes vão substituir policiais do interior que estão lotados nas UPPs. Até a inauguração da unidade da Mangueira eles passarão por treinamento em outras comunidades que contam com a base policial.

Confronto na Cidade de Deus

Moradores e policiais militares da UPP da Cidade de Deus entraram em confronto na Praça dos Apartamentos, na Cidade de Deus, zona oeste do Rio, na madrugada de segunda-feira. Os PMs usaram bombas de efeito moral e gás pimenta para dispersar a multidão.

 

Uma das janelas da UPP dos Apartamentos foi quebrada por uma garrafa de bebida alcoólica. Paus e pedras também foram atirados contra os policiais e o imóvel da unidade. Ninguém foi preso. O policiamento foi reforçado por homens do batalhão de choque.

 

O sargento André Luiz foi ferido na cabeça após ser atingido por uma pedra. Ele foi socorrido no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM). Dois moradores não identificados teriam sofrido ferimentos leves. Testemunhas confirmaram que a confusão começou de madrugada após o baile funk que acontece aos domingos no Clube Coroado, a menos de 200 metros da Praça dos Apartamentos. Segundo os moradores, os PMs também deram tiros para o alto.

 

Um policial militar revelou que havia quatro policiais na UPP quando houve o confronto. Outros 10 PMs estavam em patrulhamento pela comunidade. “Estávamos em menor número, por isso usamos bombas de efeito moral. Suspeitamos que, além do tráfico formiguinha já estabelecido, exista bandidos armados dentro da comunidade. Caso o baile funk não seja proibido haverá novos confrontos, porque eles sempre atacam a UPP. Só que dessa vez quebraram uma janela e acertaram um policial”, explicou.

 

Moradores do Conjunto Gabinal-Margarida que frequentam os quiosques na praça contaram outra versão. Segundo eles, os policiais jogaram as bombas de efeito moral para dispersar a multidão. “Um menino foi atingido por uma pedra e outro saiu machucado no corre-corre, mas foram os PMs que começaram a confusão. A praça sempre enche depois do baile no Coroado. Se algum bêbado atacou a UPP, o policial deveria prender o sujeito e não atirar bomba na galera”, argumentou uma moradora.

 

*** Obs: as aspas ao longo do texto, em negrito,  são de Cidadão comum refém,  música de MV Bill e Chorão

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